República Romana

República

– República: “coisa do povo”.

– Patrícios controlavam a política, religião e a justiça.

– Plebeus pagavam impostos, serviam ao exército e não possuíam direitos políticos.

Assembléia Centuriata: composta por magistrados eleitos entre patrícios. Elegia anualmente os dois cônsules (que substituíam os reis), votava leis e as decisões de declarar guerra ou paz. Principais cargos votados pela Assembléia eram:

         ● Pretor: responsável pela justiça

         ● Pontífice: responsável pela religião

         ● Edil: encarregado da conservação da cidade.

         ● Censor: censo da população e cuidando da arrecadação dos impostos.

         ● Questor: funções financeiras.

Senado: supervisionava os cônsules no governo, além de ser responsável por finanças e assuntos externos, além de promulgar leis. Era um cargo vitalício.

Comícios ou Assembléia do povo: elegiam a cada ano os magistrados, que formavam a Assembléia Centuriata.

Revolta dos Plebeus: desigualdade entre plebeus e patrícios aumentava cada vez mais.

         ● 494 a.C.: sem direitos políticos e explorados, os plebeus acabaram se rebelando, em 494 a.C., quando ameaçaram fugir de Roma e fundar uma nova cidade.

         ● 471 a.C.: os patrícios, percebendo que Roma ficaria sem trabalhadores e sem defesa, aceitou que os plebeus fossem representados pelos Tribunos da Plebe, com direito de veto sobre as decisões do Senado que afetassem a plebe.

         ● 450 a.C.: Leis das Doze Tábuas. Primeiras leis escritas, registradas em 12 tábuas, expostas no Fórum para que todos pudessem ver.

         ● 445 a.C.: Lei Canuléia: estabeleceu a igualdade civil, que permitiu o casamento entre patrícios e plebeus.

         ● 367 a.C.: Lei Licínia-Sêxtia: determinava que, a partir de então, deveria ser eleito um cônsul plebeu e um cônsul patrício.

         ● 326 a.C.: Lei Poetelia: abolição da escravidão por dívida.

         ● 300 a.C.: Lei Ogúlnia: autoriza que plebeus possam ocupar cargos religiosos.

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Monarquia Romana

Monarquia

– Roma teve 7 reis. Todos foram escolhidos pela Assembléia Curiata, a partir de uma lista feita pelo Senado.

– Os reis etruscos queriam limitar o poder do Senado, e centralizar o poder em suas mãos. O Senado, que representava a elite romana, se rebelou e em 509 a.C. derrubou o rei e pôs fim a Monarquia. Expulsaram então os etruscos de Roma e fundaram a República.

– Organização social:

         ● Patrícios: aristocracia romana. Possuíam direitos políticos e as melhores terras.

         ● Clientes: buscavam proteção dos patrícios. Em troca, prestava todo tipo de serviço. Tinham direitos políticos e eram mais pobres que os patrícios.

         ● Plebeus: Maioria da população. Eram donos de pouca ou nenhuma terra. Eram livres, porém sem direitos políticos. Não participavam dos cultos religiosos e viviam ameaçados pela escravidão por dívida.

         ● Escravos: eram poucos nesse período. Não eram considerados cidadãos e não possuíam direitos. Eram escravos os prisioneiros de guerra e os devedores.

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Roma

Roma

 

– Tribos de italiotas estabelecidas na Itália se unem contra os povos invasores etruscos. Durante algum tempo, os italiotas resistiram, até que os etruscos invadiram e modificaram toda a cidade, construindo estradas e ruas, rede de esgotos e aquedutos, transformando Roma, até então um vilarejo, num verdadeiro centro urbano.

– História de Roma é dividida em três períodos:

         Monarquia (753 a.C. ao século VI a.C.)

         República (século VI a.C. à 28 a.C.)

         Império (28 a.C. à 476 d.C.)

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Arquimedes

Arquimedes

Por Valeska, Renata , Maria da Graça, Camila, Pedro Mayor, pedro Sias, Matheus Dias e Leonardo Resende, 6º C

  Foi um matemático, físico e inventor grego. Foi um dos mais importantes cientistas e matemáticos da Antiguidade e um dos maiores de todos os tempos. Ele fez descobertas importantes em geometria e matemática, como por exemplo um método para calcular o número π (razão entre o perímetro de uma circunferência e seu diâmetro) utilizando séries. Este resultado constitui também o primeiro caso conhecido do cálculo da soma de uma série infinita. Ele inventou ainda vários tipos de máquinas, quer para uso militar, quer para uso civil. No campo da Física, ele contribuiu para a fundação da Hidrostática, tendo feito, entre outras descobertas, o famoso princípio que leva o seu nome. Ele descobriu ainda o príncipio da alavanca e a ele é atribuída a citação: “Dêem-me uma alavanca e um ponto de apoio e eu moverei o mundo”.
  A maioria dos detalhes da vida de Arquimedes são desconhecidos. Sabe-se que nasceu em Siracusa, na época uma cidade-estado da Magna Grécia cerca de 287 a.C. Seu pai foi um astrônomo chamado Fídias, do qual nada se conhece. Quando jovem, estudou em Alexandria, o centro do saber da época, com Cônon, um dos discípulos de Euclides. Embora na Antiguidade não houvesse clara distinção entre matemáticos (geómetras), físicos (cientistas naturais) e filósofos, Arquimedes destacou-se ao longo da sua vida principalmente como inventor e matemático.
  Arquimedes morreu após a tomada de Siracusa durante a Segunda Guerra Púnica, cerca do ano 212 a.C.. Foi morto por engano por um soldado romano, apesar dos soldados terem ordens explícitas para defendê-lo, já que os romanos tinham uma enorme admiração por ele. Diz-se que quando os soldados romanos invadiram a praia de Siracusa, encontraram um velho senhor – o próprio Arquimedes – desenhando círculos na areia. Sem imaginar que esse era o génio responsável pela criação das poderosas armas sicilianas, assassinaram-no quando ele se negou a obedecer a suas ordens, porque não queria ver perturbado o raciocínio que seguia nesse momento. De acordo com o seu desejo, a sua sepultura foi decorada com o desenho de uma esfera dentro de um cilindro, que fazia parte de uma das suas demonstrações matemáticas favoritas.
Obra e pensamento
  Acreditava que nada do que existe é tão grande que não possa ser medido. Aperfeiçoou, pois, o sistema grego de numeração, criando uma notação cômoda para os números muito grandes, semelhante ao actual sistema exponencial. As suas invenções engenhosas de máquinas de carácter utilitário e bélico fizeram-no famoso.
  Em mecânica, são atribuídas a ele algumas invenções tais como a rosca sem fim, a roda dentada, a roldana móvel, a alavanca. Alguns historiadores dizem que ele teria criado dispositivos como a máquina de Antikythera.
  Em Física, no seu “Tratado dos Corpos Flutuantes”, estabeleceu as leis fundamentais da Estática e da Hidrostática. Um dos princípios fundamentais da hidrostática é assim enunciado: “Todo corpo mergulhado total ou parcialmente em um fluido sofre uma impulsão vertical, dirigido de baixo para cima, igual ao peso do volume do fluido deslocado, e aplicado no centro de impulsão.” O centro do impulsão é o centro de gravidade do volume que corresponde à porção submersa do corpo. Isto quer dizer que, para o objecto flutuar, o peso da água deslocada pelo objecto tem de ser maior que o próprio peso do objecto.
  Conta-se que certa vez, Hierão, rei de Siracusa, no século III a.C. havia encomendado uma coroa de ouro, para homenagear uma divindade que supostamente o protegera em suas conquistas, mas foi levantada a acusação de que o ourives o enganara, misturando o ouro maciço com prata em sua confecção. Para descobrir, sem danificar o objeto, se o seu interior continha uma parte feita de prata, Hierão pediu a ajuda de Arquimedes. Ele pôs-se a procurar a solução para o problema, a qual lhe ocorreu durante um banho. A lenda afirma que Arquimedes teria notado que uma quantidade de água correspondente ao seu próprio volume transbordava da banheira quando ele entrava nela e que, utilizando um método semelhante, poderia comparar o volume da coroa com os volumes de iguais pesos de prata e ouro: bastava colocá-los em um recipiente cheio de água, e medir a quantidade de líquido derramado. Feliz com essa fantástica descoberta, Arquimedes teria saído à rua nu, gritando “Eureka! Eureka!” (“Encontrei! Encontrei!”‘).
  Na Segunda Guerra Púnica, contra o poderoso exército e marinha romanos, comandados pelo Cônsul Marco Cláudio Marcelo, Arquimedes teria criado aparatos, como: catapultas de grande alcance para lançar blocos de pedra sobre as galeras inimigas; um enorme jogo de espelhos planos, formados pelos escudos de bronze dos soldados gregos, após polimento, que direcionavam a luz do Sol para um mesmo ponto de um navio por vez, afim de incendiá-lo; gigantescos guindastes que elevavam a proa dos navios romanos, afundando-os pela popa.
Relação das principais obras de Arquimedes

• Do Equilíbrio dos Planos
• Dos Flutuantes
• O Arenário
• Da Quadratura da Parábola
• Da Esfera e do Cilindro
• Da Medida do Círculo
• Dos Conóides e Esferóides
• Das Espirais
• Lemas
• Do Método Relativo aos Teoremas Mecânicos

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Platão

Platão

Por Abayomi, Guilherme e Matheus Theodoro, 6º C

  Discípulo de Sócrates, fundador da Academia e mestre de Aristóteles. Um dos filósofos que mais influenciaram a cultura ocidental, Platão, cujo nome verdadeiro era Aristócles, nasceu de uma família rica, envolvida com políticos. Muitos estudiosos de sua obra dizem que o grego ficou conhecido como Platão por causa do seu vigor físico e ombros largos ou ainda a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas (“platos” significa largueza, amplitude e dimensão). Sua filosofia é de grande importância e influência. Platão ocupou-se com vários temas, entre eles ética, política, metafísica e teoria do conhecimento.
  Platão nasceu em Atenas, provavelmente em 427 a.C. e morreu em 347 a.C. um ano após a morte do estadista Péricles. Seu pai, Aristão, tinha como ancestral o rei Codros e sua mãe, Perictione, tinha Sólon entre seus antepassados. Inicialmente, Platão entusiasmou-se com a filosofia de Crátilo, um seguidor de Heráclito. No entanto, por volta dos 20 anos, encontrou o filósofo Sócrates e tornou-se seu discípulo e iniciando-se na filosofia. Depois de acompanhar todo o processo que condenou o seu mestre (Sócrates, acusado de corromper a juventude e de não acreditar nos “deuses”, foi condenado a morte), Platão, desiludido com a democracia ateniense, viajou para outros lugares e começou a escrever.
  Em seu retorno, fundou a Academia de Física. A instituição logo adquiriu prestígio e a ela acorriam inúmeros jovens em busca de instrução e até mesmo homens ilustres a fim de debater idéias. Em 367 a.C., Dionísio I morreu, e Platão retornou à Siracusa a fim de mais uma vez tentar implementar suas idéias políticas na corte de Dionísio II. No entanto, o desejo do filósofo foi novamente frustrado. Em 361 a.C. voltou pela última vez à Siracusa com o mesmo objetivo e pela terceira vez fracassa. De volta para Atenas em 360 a.C., Platão permaneceu na direção da Academia até sua morte, em 347 a.C.

Pensamentos de Platônicos

  Em linhas gerais, Platão desenvolveu a noção de que o homem está em contato permanente com dois tipos de realidade: a inteligível e a sensível. A primeira é a realidade, mais , imutável, igual a si mesma. A segunda são todas as coisas que nos afetam os sentidos, são realidades dependentes, mutáveis e são imagens das realidades inteligíveis. Tal concepção de Platão também é conhecida por Teoria das Idéias ou Teoria das Formas. Foi desenvolvida como hipótese no diálogo Fédon e constitui uma maneira de garantir a possibilidade do conhecimento e fornecer uma inteligibilidade relativa aos fenômenos.
  Para Platão, o mundo concreto percebido pelos sentidos é uma pálida reprodução do mundo das Idéias. Cada objeto concreto que existe participa, junto com todos os outros objetos de sua categoria de uma Idéia perfeita. E é isso que há de permanente em um objeto.

Conhecimento

  Platão assim como seu mestre Sócrates busca descobrir as verdades essenciais das coisas. O conhecimento era assim o conhecimento do próprio homem, mas sempre ressaltando o homem não enquanto corpo, mas enquanto alma. O conhecimento que continha na alma era a essência daquilo que existia no mundo sensível, assim em Platão também a técnica e o mundo sensível eram secundários. Também o conhecimento tinha fins morais, isto é, levar o homem à bondade e à felicidade. Referente ao mundo material o homem pode ter somente a doxa (opinião) e téchne (técnica), que permitia a sobrevivência do homem, ao passo que referente ao mundo das idéias, ou verdadeiro conhecimento filosófico, o homem pode ter a épisthéme (verdadeiro conhecimento). Platão não defendia que todas as pessoas tivessem iguais acessos à razão. Apesar de todos terem a alma perfeita, nem todos chegavam à contemplação absoluta do mundo das idéias.

Política

  O filósofo não concordava que os políticos mais votados assumissem os principais cargos em uma cidade ou país. Para Platão, nem sempre o mais votado era o mais bem preparado. Dentro deste contexto, era necessário criar uma alternativa para impedir que a corrupção e a incompetência tomassem conta do poder público. Para ele, apenas quando os filósofos assumissem o poder, ou quando os políticos se pusessem a filosofar, é que os males da humanidade acabariam. Vale lembrar que Platão acreditava que existiam três espécies de virtudes baseadas na alma:
  A primeira virtude era a da sabedoria, deveria ser a cabeça do Estado, ou seja, a governante, pois possui caráter de ouro e utiliza a razão. A segunda espécie de virtude é a coragem, deveria ser o peito do Estado, isto é, os soldados, pois sua alma de prata é imbuída de vontade. E, por fim, a virtude da temperança, que deveria ser o baixo-ventre do Estado, ou os trabalhadores, pois sua alma de bronze orienta-se pelo desejo das coisas sensíveis.

Obras

  A sua obra conta com 28 diálogos (alguns historiadores dizem que foram 30) basicamente centrados em Sócrates, onde procura definir noções como a mentira (Hípias menor), o dever (Críton), a natureza humana (Alcibíades), a sabedoria (Cármides), a coragem (Laques), a amizade (Lísis), a piedade (Eutífron) e a retórica (Górgias, Protágoras).
  Entre 387 e 361 AC, escreveu Menexeno, Ménon (sobre a virtude), Eutidemo (sobre a erística), Crátilo (sobre a justeza dos nomes), O banquete (sobre o amor), Fédon, a república (sobre a justiça), Fedro, Teeteto (sobre a ciência) e Parmênides. Os diálogos da maturidade são O sofista (sobre o ser), O político, Timeu (sobre a natureza), Crítias (sobre Atlântida), Filebo (sobre o prazer) e As leis. O filósofo também deixou algumas cartas.

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Grécia X Tróia: A Grande Guerra

Grécia X Tróia: A Grande Guerra

Por Arthur, Jade, Matheus F., Nathalia e Pedro E., 6º B

  A Guerra de Tróia foi um episódio sangrento da antiguidade, que teve lugar muito provavelmente entre 1300 a.C. e 1200 a.C, que culminou com a destruição da cidade de Tróia e facilitou o fim da Idade do Bronze no Mediterrâneo. A causa daquele conflito de mais de dez anos foi o rapto de Helena de Tróia por Páris, príncipe de Tróia. Segundo a mitologia, a cidade de Tróia acabou por ser tomada, após um longo cerco, através do uso do Cavalo de Tróia.
  Gregos e troianos entraram em guerra por causa do rapto da princesa Helena de Tróia (esposa do rei lendário Menelau), por Páris (filho do rei Príamo de Tróia). Isto ocorreu uqndo o príncipe troiano foi à Esparta, em missão diplomática, e acabou apaixonando-se por Helena. O rapto deixou Menelau enfurecido, fazendo com que este organiza-se um poderoso exército. O general Agamenon foi designado para comandar o ataque aos troianos. Usando o mar Egeu como rota, mais de mil navios foram enviados para Tróia.
  Vários soldados foram mortos, entre eles os heróis gregos Heitor e Aquiles (morto após ser atingido em seu ponto fraco, o calcanhar).
  A guerra terminou após a execução do grande plano do guerreiro grego Odisseu. Sua idéia foi presentear os troianos com um grande cavalo de madeira. Disseram aos inimigos que estavam desistindo da guerra e que o cavalo era um presente de paz. Os troianos aceitaram e deixaram o enorme presente ser conduzido para dentro de seus muros protetores.
  Após uma noite de muita comemoração, os troianos foram dormir exaustos. Neste momento, abriram-se portas no cavalo de madeira e saíram centenas de soldados gregos. Estes abriram as portas da cidade para que os gregos entrassem e atacassem a cidade de Tróia até sua destruição.
  Durante muitos séculos acreditava-se que a gerra de Tróia fosse apenas mais um mito da mitologia grega.
  Pórém com a descoberta e estudo de um sítio arqueológico, na Turquia, pode-se comprovar que este importante fato histórico aconteceu. Pórém muitos aspectos entre mitologia e história ainda não foram identificados e se confundem. Mas o que já se sabe é que esta guerra ocorreu de fato.

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Guerras Médicas

Guerras Médicas

Por Ana Beatriz Ferreira, Catarina Sula Braga e Nadine Pereira, 6º B

  Durante sua expansão em direção ao Ocidente, o poderoso Império Persa conquistou diversas colônias gregas na Ásia Menor, dentre elas, a importante cidade de Mileto. Essas colônias, lideradas por Mileto, e contando com a ajuda de Atenas, tentaram, em vão, libertar-se do domínio persa, promovendo uma revolta.
  Foi o que bastou para Dario I, rei dos Persas, lançar seu poderoso exército, sobre a Grécia continental, dando inicio às Guerras Médicas. A causa principal para esses conflitos foi à disputa entre gregos e persas pela sua supremacia marítimo-comercial no Mundo antigo.
  No primeiro confronto, para surpresa de todos, 10 mil gregos, liderados pelo ateniense Milcíades, conseguiram impedir o desembarque de 50 mil persas, vencendo-os na Batalha de Maratona, no ano de 490 a.C. Os persas, entretanto não desistiram. Dez anos depois voltaram a atacar as cidades gregas.
  Em 480 a.C., se valendo do terreno estreito, 300 espartanos, sob a liderança de Leônidas, mais 7 mil aliados bloquearam os desfiladeiros das Termópilas. Depois de 3 dias de resistência, um grego traidor guia as forças persas por uma trilha. Os gregos são atacados pela retaguarda e são dizimados.
  Ainda em 480 a.C., os gregos esqueceram as divergências internas e uniram-se, conseguindo com isso, vencer os persas nas batalhas de Salamina e Platéia (479 a.C.).
  Conscientes de que os persas poderiam voltar a qualquer momento, varias cidades lideradas por Atenas formaram a Confederação de Delos, cuja sede ficava na Ilha de Delos. Ficou acertado que cada uma dessas cidades deveria contribuir com navios, soldados e dinheiro.
  Atenas, porem, aproveitou-se do fato de ser a responsável pelo dinheiro da Confederação e passou a usá-lo em beneficio próprio.
  Com isso, impulsionou sua indústria artística, seu comércio e modernizou-se, ingressando numa fase de prosperidade, e impondo sua hegemonia ao mundo grego.
  O apogeu dessa fase correspondeu aos anos entre 461 e 431 a.C., tempo em que Atenas foi governada por Péricles. Daí o século V a.C. ser chamado de Século de Péricles.

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