Archive for Agosto, 2008

Período Arcaico

Período Arcaico

  Houve um aumento de produção, que fortaleceu ainda mais o comércio. O artesanato também cresceu.

  Camponeses empobrecidos: eram escravizados pelos grandes proprietários (para pagar dívidas); ou então partiam para novas terras, criando colônias no sul da Itália, em outras ilhas gregas, no norte da África e na Ásia Menor, onde tentavam reconstruir seu mundo original. Essas colônias se dedicavam a agricultura e ao comércio.

  Com a colonização, a economia grega teve grande impulso (comércio). As novas cidades tinham fortes laços com as cidades originais, mas eram independentes politicamente. Pouco a pouco, os genos foram desaparecendo.

  Com a desestruturação dos genos, aqueles que não partiram acabaram sob o domínio dos eupátridas (elite proprietária de terras, com pai e mãe gregos, considerados os únicos com direitos de participar da política). Para proteger a propriedade de terra e controlar a produção e a população, os eupátridas se juntaram em fratrias (irmandades), e estas se juntaram em tribos.

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Período Homérico

Período Homérico

  Homero: principal poeta grego, autor dos poemas Ilíada e Odisséia, escritos entre o final do século IX a.C. e o início do século VIII a.C. Estas obras são considerados os mais antigos textos literários.

                Ilíada: narra a Guerra de Tróia

                Odisséia: narra o retorno de Ulisses da Guerra de Tróia para sua casa.

  Invasão dos dórios: cidades foram abandonadas e o comércio intenso desapareceu. Houve uma ruralização da vida. E a sociedade voltou a se organizar em aldeias.

  Genos: em cada grande aldeia vivia uma família, chefiada pelo patriarca. Essa grande família era denominada genos. O líder dos genos (homem mais velho e sábio) era chamado de pater famílias, e tinha poderes políticos e religiosos. No genos, todas as atividades eram realizadas de forma coletiva (dividiam as terras, os equipamentos, a propriedade e a produção). No século IX a.C., com o aumento dos genos, começaram alguns conflitos. A solução foi dividir as terras em pequenas terrenos particulares. Nessa divisão, os chefes das famílias e seus descendentes diretos ficaram com as maiores e melhores terras.

  Divisão da sociedade:

  Grandes proprietários de terra (mais próximos do pater famílias)

  – Pequenos proprietários (com porções menores)

  – Camponeses sem terra: trabalhavam para os grandes proprietários; faziam artesanato; ou então se deslocavam para outras regiões em busca de novas terras (Segunda Diáspora Grega).

 

  No final do período, a economia voltou a crescer.

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Grécia no Discovery

Para quem quiser saber um pouco mais sobre a Grécia, sugiro o site do Dicovery Channel.

O link é: http://www.discoverybrasil.com/guia_grecia/index.shtml

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Período Pré-Homérico – Civilização Creto-Micênica

Período Pré-Homérico – Civilização Creto-Micênica

  Período de desenvolvimento das civilizações de Creta e de Micenas.

  1400 a.C . : aqueus invadem Creta e ocupam a ilha, aprendendo técnicas de agricultura, navegação e escritas.

  Aqueus construíram palácios na parte continental da Grécia, em lugares montanhosos e fortificados. Mais famoso palácio aqueu foi o de Micenas.

  1200 a..C.: dórios invadiram a Grécia, atacando as cidades com armas de ferro e provocando a fuga das populações locais em direção ao continente. Essa fuga ficou conhecida como Primeira Diáspora Grega.

  Chegada dos dórios marca início do Período Homérico.

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Período Pré-Homérico – Civilização Cretense

Período Pré-Homérico – Civilização Cretense

  Antes da chegada de eólios, jônios, dórios e aqueus, a ilha de Creta já era habitada.

  Lá se formou a civilização cretense, que exerceu dominação no Mar Mediterrâneo, devido a poucas terras férteis e portos naturais existente na ilha.

  Ouro, bronze, prata, cobre, cerâmica, tecidos, criação de animais e agricultura (limitada). Desenvolveram sistema de escrita. Maior parte da população se dedicava ao comércio marítimo (mares Egeu e Mediterrâneo) ou as oficinas artesanais.

  Papel da mulher era de destaque, era uma sociedade matriarcal e a principal divindade era a deusa Grande Mãe.

  Creta possuía cidades bem planejadas, com ruas, calçadas, lojas e casas luxuosas. Principais cidades eram Cnossos, Faísto, Mália e Tilisso.

  Ilha de Creta e comunidades em ilhas próximas ao sul da Península Balcânica eram governadas pelo rei de Cnossos, que era chamado de minos.

  Após um terremoto em 1600 a.C., o palácio do rei Minos em Cnossos foi reconstruído, tornando-se um gigantesco labirinto de corredores, colunas e escadarias. Esse palácio deu origem a Lenda do Labirinto. (p. 117 da apostila). A palavra Minotauro faz referência a Minos, governante de Creta. Assim, a lenda do Minotauro representava a opressão a que o povo grego era submetido por seus governantes.

  Arrecadação de impostos: governantes cretenses tinham uma estrutura bem organizada e muitos funcionários, além de soldados e sacerdotes.

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Palácio de Cnossos

Algumas imagens do Palácio de Cnossos, construído na Ilha de Creta em 2000 a.C., e reconstruído em 1600 a.C. A primeira imagem é um desenho de como deve ter sido o palácio na época em que estava em pé. As demais são fotos atuais do local.

Fonte: http://greciantiga.org/img/pre/i182.asp?prt=sim

Fonte: http://mtfoliveira.blogspot.com/2004/04/romance-de-cnossos.html

Fonte: http://memoriavirtual.net/2004/09/sociedade/heraklion/

Fonte: http://picasaweb.google.com/vandal.moraes/IlhasGregas/photo#5221214520097470578

Fonte: http://picasaweb.google.com/vandal.moraes/IlhasGregas/photo#5221214589833149042

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A Grande Muralha

Para quem se interessar sobre mais coisas da China, algumas informações da Grande Muralha.

A chamada Muralha da China, ou Grande Muralha, é uma impressionante estrutura de arquitetura militar construída durante a China Imperial.

Embora seja comum a idéia de que se trata de uma única estrutura, na realidade consiste em diversas muralhas, construídas por várias dinastias ao longo de cerca de dois milênios. Se, no passado, a sua função foi essencialmente defensiva, no presente constitui um símbolo da China e uma procurada atração turística.

As suas diferentes partes distribuem-se entre o Mar Amarelo (litoral Nordeste da China) e o deserto de Góbi e a Mongólia (a Noroeste).

Em geral os muros apresentam uma largura média de sete metros na base e de seis metros no topo, alçando-se a uma altura média de sete metros e meio. Além dos muros, em posição dominante sobre os terrenos, a muralha compreende ainda elementos como portas, torres de vigilância e fortes. As torres, cujo número é estimado por alguns autores em cerca de quarenta mil, permitiam a observação da aproximação e movimentação do inimigo.

Acredita-se que os trabalhos na muralha ocuparam a mão-de-obra de cerca de um milhão de homens (duzentos e cinqüenta mil teriam perecido durante a sua construção), entre soldados, camponeses e cativos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Muralha

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